#13 – Os desigrejados

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Nesse episódio batemos um papo sobre os chamados desigrejados. Quem são eles de fato? Esse é um bom termo? Eles estão realmente fora do corpo de Cristo? Quais são as consequências desse movimento?

Participantes:
Angelo Bazzo (Facebook)
Bruno Guedão (Facebook | Twitter)
Denise de V. Araujo (Facebook)
Fabio Souza (Facebook | Twitter)
Junior Linhares (Facebook)

Edição:
Bruno Guedão

Links do episódio:
Crowdfunding – Anderson Bomfim – CD novo e vivo caminho
Maná com Manteiga #35 – Imortalidade e eternidade
Massacrente #44 – Todos os caminhos levam a Deus?

Músicas do episódio:
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  • Vanessa Primo Maia

    Baixando, escutando e recomendando! 😉
    Viciada já! Valeu!

  • Gabriel Silva

    Podcast muito bom, atualmente sou um desigrejado e pretendo voltar para a igreja.

    • Bruno Guedão

      Obrigado Guest!!! rsrsrs

  • Lourival Gonçalves

    Um assunto muito Discutido,mas muito importante.Exite muitas implicações na quais a Igreja deveria se posicionar e fazer com que os Cristãos tomassem parte disso para aprenderem a lidar com com essa questão.Baixando

    • Bruno Guedão

      Depois volta e dá sua opinião, Lourival! hehe

      • Lourival Gonçalves

        pode deixar.Estou corrigindo isso.kk

  • Nathália Gontijo

    Que bom poder ouvir esse podcast! Ele veio em uma momento de muitas reflexões minhas e pôde esclarecer muita coisa e trazer paz ao meu coração! Tenho tentado me posicionar da melhor maneira possível, pois estar fora de uma instituição, é muitas vezes, sentir preconceito… e ser taxado de coisas ruins. Aqui, pude ver quão grande o amor do Pai se manifesta através de pessoas humildes e sinceras, como vocês!! Sigo buscando fazer parte da obra do Senhor! Ah, gostaria da referência do livro que o Ângelo citou… Vinho novo, odres novos. Não entendi o nome do autor! Obrigada!

    • Bruno Guedão

      Legal Nathália. É um prazer te servir.

  • Abner Melanias

    Gostei do papo manos… embora acredite que os conceitos de igreja local e universal tenham ficado confusos. Isso pq colocou a questão da igreja emergente ou quem se diz “desigrejado” à parte, como se estivesse à margem, não salvo.
    Enfim, uma impressão que ficou… apenas nesse ponto.

    Foi muito legal ter ouvido as intervenções da Denise, embora poderiam ter deixado ela falar mais…hehehehehe

    Obs. A música em boa parte do tempo está num volume bom, mas na abertura e leitura de comentários tá brigando com o host. Ainda assim, a escolha de Chris Tomlin e a turma do Passion foi boa demais.

    • Bruno Guedão

      Opa Abner! Valeu pelo comentário cara. Acho que deve ter ficado confuso mesmo porque não foi falado que o “desigrejado” não está salvo heheh. O que talvez não tenha ficado claro é que definimos dois tipos de desigrejados. 1) Aqueles que se dizem desigrejados ou que não frequentam uma igreja institucional, mas que no nosso entender esse é um mal uso do termo, porque em sua maioria essas pessoas fazem parte da Igreja. Estão se movimentando dentro da “obra de Deus”, mas sem estarem vinculadas as instituições e denominações mais tradicionais. 2) O outro tipo são os desigrejados de fato, ou seja, os não fazem parte da Igreja Universal porque não estão fazendo “a obra de Deus”, que é o que o termo significa literalmente. Estão fora da Igreja.

      OBS: Obrigado pelos toques do som. Apesar de ser proposital o som mais alto nessas partes que você falou, sempre é bom ter o feedback.

      • Abner Melanias

        Ok @brunoguedao:disqus
        Como coloquei acima, o fato de ter ficado confuso pra mim é que colocou o “desigrejado” (inclusive as aspas), “como se”…
        Foi uma impressão, por isso não disse que alguém afirmou, heheh.

        Maninho, sobre os dois pontos que vc colocou, fica tranquilo, isso ficou bem claro… nem precisava ter destacado ponto 1) ou 2)…
        Minha referência é mesmo qto ao conceito de “local” e “universal” o que, novamente, ao meu ver ficou confuso. Apenas isso.

        No mais, foque na parte boa que tb destaquei. RÁ! =D

        • Bruno Guedão

          Fala Abner. Talvez meu comentário tenha soado de alguma forma hostil ou negativo, como se estivesse achado sua critica negativa, mas não foi a intenção de forma alguma. Só tentei contribuir mesmo. É essa bosta de escrever e ler, que tira o tom da conversa. 🙂

          Sobre o lance de Igreja Universal e Local, pelo que entendi durante a conversa, a chamada Igreja Local, nada mais é do que uma expressão física da Igreja Universal, envolvendo pessoas que prestam contas umas as outras. São as congregações que conhecemos. Mas não é só isso que é igreja. Então, o camarada pode não estar em uma Igreja Local e mesmo assim fazer parte da Igreja. Foi o que eu entendi, mas o @disqus_IdtTNxTrqE:disqus pode explicar melhor…

          Sobre a Denise participar mais, seria ótimo, mas competir com o Ângelo e o Fábio é complicado heheh Acho que teremos que lançar uma campanha no Twitter pra conseguir isso ai.

          Abração, cara! 🙂

          • Abner Melanias

            Saquei @brunoguedao:disqus agora entendi a linha de raciocínio. Vacilo meu, rs.

            Se o Angelo tiver mais links pra eu ler… fico grato!

            Quero mais Denise aí na TOCA!!! =D

  • Bruno Rihan

    Sensacional, muito grato a Deus por poder ouvir esse cast, é muito difícil estar em uma instituição que serviu como uma entrada ao conhecimento, mas que hoje se torna infelizmente uma “prisão”, porque quando tentamos de alguma forma entrar no que acreditamos ser algo de Deus pra essa geração, somos tachados por rebeldes quando na verdade nosso coração passa longe de rebeldia, mas clama sedento por algo vindo do Pai, clama pela manifestação do Espírito Santo, é um momento muito difícil, pois não quero agir como um covarde que foge de algo sem tentar transformar, mas ao mesmo tempo não quero criar problemas ou divisão, só que não há mais uma motivação pra partilhar as mesmas tradições isso acaba me sufocando e já não faz nenhum sentido pra mim, me sinto como se Deus estivesse fazendo algo neste momento e eu estou de fora observando e me mantendo seguro nas tradições impostas pelo homem. Mas dou graças a Deus porque o Pai não tem se calado e vocês tem sido uma provisão do céu na minha vida, cara vocês tem sido uma voz nessa geração e isso é inspirador, como disseram no cast “…nem tudo está perdido.”

    • Bruno Guedão

      Fala Bruno. Feliz pelo cast ter te edificado.

  • Excelente episódio! O que eu penso sobre o assunto é o seguinte: Infelizmente as instituições religiosas tem espantado as pessoas em virtude de um distanciamento do que realmente importa no Evangelho de Cristo. Mas não podemos esquecer que a igreja é um corpo com vários membros. Jesus nos deu a dica ao reunir seu grupo de discípulos cada qual com suas características pessoais. Percebo que Deus tem levantado pessoas que não te cargos nas instituições, não tem títulos antes dos nomes e preocupam-se apenas em responder ao chamado de Deus. Aqui na nossa cidade temos um grupo de mulheres de várias (muitas) denominações que tem se reunido periodicamente para interceder pela cidade, temos movimentos na cena underground sem ligação direta com placas que está reunindo cristãos tanto de vertente católica como protestantes para executarem juntos uma obra maior. É obvio que existem aqueles que só querem causar divisões e contendas mas faz parte. Eu chamo este fenômeno de avivamento, que nada mais é do que tornar vivo o corpo de Cristo. Grande abraço!

    • Bruno Guedão

      Valeu Luis. O importante é não perder o foco.

  • Israel Flor

    maravilha!Deus abençoe vcs galera da toca e todos os ouvintes .valeu.

    • Bruno Guedão

      Valeu Israel!

  • Emerson Aroeira do Carmo

    Entocado de coração S2!!!

    Eu tinha muitas duvidas em relação a este termo, sofro uma dura resistência na igreja onde congrego onde muitas vezes me taxaram de “desigrejado” (AD), mas sempre disse a minha noiva que sou desinstitucionalizado (que não pertenço a instituição, de forma menos radical), mesmo que participando ativamente. Isso acontece quando você ouve Palavrantiga e fica pensando “o porquê” da estagnação da igreja e tudo mais. Reconheço que hoje participo de uma igreja renovada (pessoas) e que ainda temos muito para entender e sermos renovados. Não é dar esmola, mas comer com o mendigo e aceitar quando ele quiser repartir o pão… (Sei que escrevi em forma de soluços, mas é isso aí!)

    • Bruno Guedão

      Falou Emerson. Obrigado pelo comentário! 🙂

  • Jane Luciana

    Gente, se percebemos algo anti-bíblico na prática de nossa igreja, o caminho não é sair e viver a fé cristã “sozinho”, o certo é ficarmos e juntos buscarmos o modelo de Cristo, a forma correta é juntos, dia após dia crescermos Nele. Falamos muito em instituição e tals, mas a verdade é que quem forma a instituição somos nós, pessoas e não tijolos, da mesma forma que A igreja somos nós , pessoas. Não vejo base bíblica para os desigrejados.

    • Bruno Guedão

      Opa Jane. Valeu pelo comentário. Realmente, sozinho é complicado, mas acredito em outras formas de expressão quanto a isso. 🙂

  • Daniel Lopes

    Olá Pessoal 2º POD que estou
    ouvindo de vcs… e como feedback o trabalho, vcs estão numa crescente!! Gostei
    do fórum realizado! Desigrejado é um assunto muito dos nossos dias. Me sinto em
    parte nesta condição. Aproveitando
    alguns pontos: Gostei muito da leitura realizada em Jeremias, porque creio num
    Deus soberano com métodos estranhos a nossa realidade, mas surpreendentemente
    apropriado ao contexto histórico. Porque não crer que Deus em sua soberania tem
    conduzido alguns a um distanciamento da comunidade local, por propósitos
    diversos, específicos, e de preservação desta pessoa e do seu entorno?
    Obviamente não por contenda, mas pelo amor. Eu estou há 3 anos, vivendo na
    comunhão dos colegas do seminário (seg-qui – eles são a minha igreja neste
    período), e tbm “frequentando” uma Nova Vida prox. de casa. Indo aos cultos
    regularmente, participando da ceia, etc (RS). Mas meu espírito anseia pelo
    retorno a comunhão com os santos, na figura da igreja institucionalizada. Compartilhando
    da amizade, envolvimento com o serviço eclesiástico, vivenciando a relação
    social, crescendo nos conflitos, etc. Desigrejado não é uma opção, pode ser uma válvula
    de sobrevivência temporária, ao meu ver! A pessoa não pode ‘ser’ um
    desigrejado, mas pode ‘estar’ desigrejado, até que sua casa seja posta em
    ordem. Mas como regra, creio que devemos todos estar institucionalizados. Em
    relação aos ciclos nocivos de gerações que questionam modelos das gerações
    passadas… creio que isto será uma constante. E isso não surpreende Deus, mas já
    está previsto no plano pelos séculos. No fim a igreja organismo cresce
    constantemente. A instituição é que teme pelo seu fim, mas por causa da
    fragilidade da existência. Orem por mim Jrs.

    • Bruno Guedão

      Valeu Daniel! Obrigado pelo comentário. 🙂

  • Roberto RC Drums

    Excelente episódio!

    Infelizmente esse termo (desigrejados) existe por conta da confusão terminológica construída nesses dois mil anos de história.

    Se chamássemos os prédios onde a igreja se reune como prédios, e não como “templos” (uma vez que templo do Espírito é o nosso corpo) nem como “igreja”, ninguém teria passado um dia sequer “varrendo a igreja” ou “decorando a igreja”, ou “ampliando o templo”…

    Se chamássemos as nossas cisões de cisões e não de “denominações” (uma vez que Israel é o povo que se chama pelo nome do Senhor e em Antioquia os seguidores de Jesus foram chamados de “Cristãos”), o Brasil hoje não teria mais de mil “denominações” diferentes…

    Se chamássemos a instituição humana simplesmente de instituição e não de “igreja local” (uma vez que igreja local é simplesmente o conjunto de irmãos reunidos em um dado espaço geográfico), não teríamos hoje o termo “desigrejado”, mas o termo “desinstitucionalizado”.

    Vejo que essa confusão terminológica acaba por gerar um enorme prejuízo naqueles que se propõem a sair de suas “igrejas”, pois isso é, em verdade, impossível ao Salvo em Jesus, pertencente ao corpo místico de Cristo. Por outro lado, desinstitucionalizar-se é absurdamente simples: Basta rasgar uma carteirinha.

    Todavia, como nada na religião é simples, a coisa está posta como muito bem foi debatido nesse episódio.

    Amei a parte que tratou sobre a possibilidade de serem os pastores grandes desigrejados!

    Coincidência ou não, hoje na parte da manhã estava conversando com minha esposa a respeito do tripé teórico sobre o qual é feita a psicanálise freudiana e sua semelhança com a experiência pastoral.

    Explico:

    Para Freud, o profissional analista precisa estar em constante estudo das teorias psicanalíticas, deve estar em constante trabalho de análise de seus pacientes e deve estar em supervisão de outro psicanalista, a fim de que possa manter aberto o seu canal de comunicação com os pacientes.

    Trazendo essa visão psicanalista para o seio da igreja temos que:

    O pastor precisa estar em constante estudo da Palavra de Deus, deve estar em constante tratamento de suas ovelhas e deve estar em supervisão de Deus em oração, para que ele também possa manter aberto seu canal de comunicação com os pacientes.

    Ou seja, o gabinete pastoral é, resumidamente, uma sessão de psicanálise.

    Entretanto, o pastor precisa levar essas questões a Deus, da mesma maneira que o psicanalista precisa levar suas questões a outro psicanalista.

    Todavia, muitas vezes o que observamos nas orações pastorais são meros cumprimento do “dever de orar”. Prostram-se à beira da cama, falam da obra, dos grupos, dos irmãos, do prefeito, do governador, do presidente… Mas de si próprios, de suas questões mais íntimas e de seus conflitos mais inquietantes, guardam segredo até mesmo de Deus.

    Esses são, a meu ver, os verdadeiros pastores desigrejados.

    É claro que nem todos são assim!

    Há pastores que colocam aos pés de Cristo tudo aquilo que sobre eles foi depositado e, assim, conseguem manter seus olhos e seus ouvidos serenos e acolhedores à ovelha aflita.

    Mas nem todos.É triste, mas conheço pastores desigrejados.

    No mais, parabéns por tudo!

    • Denise De Vasconcelos Araujo

      Oi Roberto!
      Obrigada pelo seu comentário! Sim, é um problema de nomenclatura, porque tudo que nomeamos em questões religiosas tornam-se sagradas e ao longo da História viram motivos para brigas de poder. Isso dá uns 3 podcasts rsrsrs ;))) Nossa, nunca tinha feito este paralelo da forma do analista e do pastor nas igrejas convencionais atuarem… Faz sentido!! Como você falou, os analistas precisam fazer análise para continuarem trabalhando. E os pastores? Se quiserem ou não puderem evitar, continuarão isolados. Um dos temas que queremos tratar em outros programas é justamente o ministério pastoral e podemos falar mais sobre isso depois ;)))

  • Fabiano Pereira

    Amigos em Cristo
    Muito bom e creio esclarecedor para muitos.
    Uma sugestão para os entocados se puderem falar mais sobre igreja local, princípios para a comunhão, como entra , como sai, como funciona a disciplina etc etc.

    • Bruno Guedão

      Valeu Fabiano! Que bom que foi esclarecedor. Sugestão anotada. 🙂

  • SigaOCapitao

    A Paz do Senhor Igrejados!

    Amados, todo o meu armamento foi desfeito durante o podcast. Sinceramente achei que este seria o pod que me faria desistir da maratona. Este assunto é tabú, e sempre mal colocado ou explicado. O Hobbit Ângelo fez colocações deliciosas e de forma primorosa, e todos agregaram valor a tudo, e melhor sem denegrir ninguém, coisa muito dificil neste tema.

    E novamente entendo que o “seja Igreja” deveria ser “Seja Cristão” e a sua coletividade sim: Seja Igreja.

    Muito obrigado por entregar este conteúdo, Deus abençoe muito esta equipe.

    No mais, que Deus abençoe as igrejas institucionalizadas e que sigam segundo o desejo de Seu coração!

    @SigaOCapitao:disqus
    http://www.diariodebordo.net.br

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